
Um dia, uma semana, um mês ou um ano o tempo vai passar e eu vou continuar dizendo que te amo. Bonde da Stronda


“Então me desculpa pelas mudanças de humor, pelo ciúmes, por te tirar do sério. Me desculpa por te querer tão perto, por precisar tanto da sua presença; por odiar o seu silêncio. Me desculpa pelo orgulho, pela falta de palavras, pelo excesso de amor. Me desculpa por te querer demais, por, talvez, não te fazer tão bem quanto eu deveria. Me desculpa por querer sua voz no meio da noite, por sentir sua falta quando você vai embora, por te pedir para ficar bem perto. Me desculpa pela insegurança, pelo medo de te perder; pelas palavras ditas sem pensar, pelo afeto enorme. Me desculpa por não te fazer sorrir sempre, pelas feridas recentes. Me desculpa por ser assim, tão errada.” Rafaela Marques (d♥s)

Não é difícil de entender, simples assim: nos conhecemos, nos gostamos, nos apaixonamos, e nos perdemos. Literalmente agente se perdeu. Pelo menos para mim, eu não tenho nem ideia em qual parte da história nós estamos. Estamos sendo perfeitos, completamente, p-e-r-f-e-i-t-o-s. As vezes eu quero estar no início da história, mas se fosse no início estaria muito mais distante do ”pra sempre”. E as vezes eu quero estar no meio da história, mas se fosse no meio eu estaria achando que o tempo está passando rápido demais, mas pelo menos estaria no caminho certo para a eternidade.
Confesso que amei aqueles dias - aqueles dias, poucos dias, que foram capazes de me deixar loucamente apaixonada por você -, amei aquelas noites que ficávamos até tarde ”discutindo” em busca da verdade de quem amava quem. Amei aquelas noites que você me fazia rir bastante, e que sempre que chegava a hora de partir eu ficava triste e ficava morrendo de vontade de te falar um ”eu te amo” logo que você partisse. Amava quando eu jogava aquelas indiretas e te fazia acreditar que era você. Confesso que meu coração disparava com aquele seu ”oi”, mesmo que ele fosse bastante, indiferente. Confesso que passava o dia esperando o seu nome aparecer na tela do meu celular. Confesso que sempre menti quando te dizia: eu não gosto de você nem um pouco.
E hoje, já desejei que você fosse a única coisa certa para minha vida. Porque eu amo a combinação das nossas semelhanças, e a aproximação das nossas diferenças. Porque eu amo até o seu jeito de não conseguir disfarçar os seus ciúmes, e amo quando você vê que eu estou me queimando de ciúmes por dentro. Hoje eu e você, sabemos o quanto um precisa do outro. Nós sabemos como um sente falta da proteção do outro. E eu sei como faz falta de poder contar sobre o meu dia e utilizar apenas o pronome ”nós”. Eu sei como é passar a noite acordada e ficar pensando se no próximo dia eu ainda vou te ter. Confesso que queria sempre poder te avisar quando eu tivesse precisando de você comigo, de como eu sinto sua falta. Toda hora, eu sinto falta daquelas coisas mais simples, sem muitos poréns e porquês. Sinto falta de ”nós”, ”eu e você”.
Mas eu aprendi a te amar assim, uns dias ”eu e você”, alguns milésimos de segundos”eu”, e a maioria dos dias são só ”você”.
Completamente nos apaixonamos.